[Porto Editora]Novidade "A ridícula ideia de não voltar a ver-te",de Rosa Montero

Título: A ridícula ideia de não voltar a ver-te
Autor: Rosa Montero
Tradutor: Helena Pitta
Págs.: 176
PVP: 14,40 €

A ridícula ideia de não voltar a ver-te é «um livro sobre a vida, apaixonado e alegre, sentimental e brincalhão», diz a autora

O mais recente livro de Rosa Montero nasceu durante o luto pelo seu marido, após ler o diário de Marie Curie, que havia passado por um processo semelhante. Contudo, A ridícula ideia de não voltar a ver-te está longe de ser sombrio - é antes uma celebração à vida, e é publicado pela Porto Editora no dia 23 de janeiroAclamado pela crítica e pelos seus pares, A ridícula ideia de não voltar a ver-te foi considerado o melhor livro de memórias pelos leitores do jornal El País, apesar de ser um livro desprendido de género: não é um romance, nem ensaio, nem biografia, embora englobe a visão mais íntima e pessoal da escritora. Original e autêntico, reúne histórias, lembranças, fotografias e hashtags.
Rosa Montero vai estar em Lisboa de 28 a 30 de janeiro para contactos com a comunicação social.


Quando Rosa Montero leu o diário que Marie Curie começou a escrever depois da morte do marido, sentiu que a história dessa mulher fascinante era também, de certo modo, a sua própria história.
Assim nasceu A ridícula ideia de não voltar a ver-te: uma narrativa a meio caminho entre a memória pessoal da autora e as memórias coletivas, ao mesmo tempo análise da nossa época e evocação de um percurso íntimo doloroso. São páginas que falam da superação da dor, das relações entre homens e mulheres, do esplendor do sexo, da morte e da vida, da ciência e da ignorância, da força salvadora da literatura e da sabedoria dos que aprendem a gozar a existência em plenitude. Um livro libérrimo e original, que nos devolve, inteira, a Rosa Montero de A Louca da Casa – talvez o mais famoso dos seus livros.


Rosa Montero nasceu em Madrid em 1951 e estudou Jornalismo e Psicologia. Desde 1976 que colabora em exclusivo com o jornal El País, tendo obtido em 1980 o Prémio Nacional de Jornalismo e em 2005 o Prémio Rodríguez Santamaría de Jornalismo, como reconhecimento dos méritos de toda a sua carreira profissional. Figura central da literatura espanhola contemporânea, a sua vasta obra de romancista está traduzida nas mais diversas línguas. Por A Louca da Casa recebeu o Prémio Grinzane Cavour de literatura estrangeira e o Prémio Qué Leer para o melhor livro espanhol, distinção que também lhe foi atribuída, em 2006, por História do Rei Transparente.

Página da autora: www.rosa-montero.com


A sua prosa, limpa e direta, evita a arrogância e o pretensiosismo. Rosa Montero é minha amiga íntima de ficção.
Mario Vargas Llosa

Rosa Montero gosta do risco […] e arrisca tudo para que voltemos a acreditar nas relações entre realidade e linguagem, no poder das palavras.
Enrique Vila-Matas

Inoculou-nos o vírus de uma curiosidade desenfreada.
ABC Cultural

Rosa Montero demonstra uma mestria total ao transformar os assuntos mais pessoais em obra de arte.
Le Figaro

Escreve no ponto quase exato de proximidade, com sinceridade e ardor, mas sem concessões. 
La Vanguardia

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