[Planeta]Opinião "Traída pelo Destino",de Emma Wildes

Titulo: Traída pelo Destino
Autor: Emma Wildes



Na sociedade do período da Regência, espera-se que as mulheres casem jovens, governem a casa e sejam vistas, não ouvidas. Mas, por outro lado, estas senhoras dificilmente fazem o que se espera delas… Lady Lillian Bourne não se pode dar ao luxo de se envolver noutro escândalo. Ao reentrar na sociedade, após a fuga desastrosa de que foi protagonista quatro anos antes, não tem alternativa senão ser a própria imagem do decoro. Mas está convencida de que o destino está a conspirar contra ela, quando, durante uma festa, dá consigo fechada à chave numa biblioteca com um desconhecido enigmático. Seria o fim, se caísse em desgraça uma segunda vez... Após os anos que passou em Espanha como espião, Lorde Damien Northfield considera Londres um pouco entediante, até ao seu encontro inesperado com a encantadora, mas mal-afamada, Lily. Após a contrariedade por que passaram, não pode deixar de desejar que o interlúdio com ela tivesse sido tudo menos inocente. E quando é contratado para investigar um esquema de chantagem e homicídio que envolve algumas das famílias mais ilustres de Inglaterra, fica radiante ao descobrir que o destino a voltou a colocar no seu caminho, e que ela pode ser a chave para apanhar um assassino implacável…



Romance, a dose certa de humor e um pouco de acção! Não há como conseguir escapar à mistura de ingredientes que vamos encontrando ao longo das páginas deste livro. Emma Wildes, que todos já conhecemos, consegue novamente fazer-nos viajar no tempo e transporta-nos para uma época em que as aparências estavam no auge.
Este não é apenas um bom género literário, é aquele que mais gosto. Poder ler acerca desta época é um prazer que não deixo escapar e Emma Wildes é sem dúvida uma das autoras que mais se destaca. Este livro pertence a duas series distintas, os seus protagonistas já apareceram antes e por isso era um livro à muito tempo aguardado pelas fans da autora. Damien Northfield é o irmão do Duque de Rolthven (protagonista do livro “Lições de Sedução”) e Lillian é a irmã de Jonathan (protagonista do livro “Sussurros Ousados”), a junção destas duas personagens acabou por se tornar perfeita devido às personalidades marcantes destes dois e também ao passado de ambos. A cena inicial, em que ambos estão presos na biblioteca é hilariante e muito bem construída, acabei por dar umas bocas gargalhadas á custa deste início. Em relação ao resto do livro, apesar de não apresentar nenhuma novidade de enredo, apresenta uma história com fundações muito próprias e demonstra também uma excelente continuidade para com o livro “Sussurros Ousados”, principalmente no que diz respeito à antiga relação entre Lillian e Lord Sebring. Apesar disso, havia já muita coisa que não recordava em relação ao livro “Lições de Desejo” e que foram aparecendo ao longo deste livro, foi muito bom rever Brianna e o seu livro que tantas delícias fizeram ao longo daquelas páginas e que tanta animação trouxe. Aquele livro acabou por se tornar numa relíquia de família!
Quanto ao final, acredito que a autora irá ainda escrever os livros referentes a Vivian Lacrosse e Lady Juliet Stather, personagens que parecem ter despertado a atenção da condessa viúva. Vamos esperar para ver! De momento, este é um livro a não perder.

[Casa das Letras]Novidade "O Ingrediente Secreto 3",de Henrique Sá Pessoa

Titulo: O Ingrediente Secreto 3
Autor: Henrique Sá Pessoa
PVP: 23,90€
N. Páginas: 212


O Chef Henrique Sá Pessoa apresenta neste terceiro livro Ingrediente Secreto 78 receitas totalmente originais, sempre acompanhadas pelas mais preciosas dicas e conselhos, um convite a cada leitor para se deixar aventurar num mundo gastronómico onde a rotina fica à porta.
Também disponível em Inglês “SECRET INGREDIENT”.


 
Receitas simples, saborosas e despretensiosas, que melhoram e elevam o seu dia a dia. Assim, poderá transformar a sua cozinha num laboratório de sabores e dar nova cor à sua vida quebrando a rotina com pratos criativos protagonizados por atores como a abóbora ou o polvo; descobrir que afinal o atum fresco, as conservas e a cenoura têm bastantes  mais predicados e podem brilhar em pratos de comer e chorar por mais; criar práticas, rápidas e deliciosas receitas com tomate, couve flor ou grão, surpreendendo tudo e todos; alegrar os seus dias com os novos sabores que a maçã, o porco preto e o mel lhe podem proporcionar; perceber que pode fazer mais receitas do que alguma vez imaginou com café ou laranja. http://www.youtube.com/watch?v=66EJb98srCc&feature=youtu.be
Este livro Inclui códigos para visionamento dos vídeos das receitas no telemóvel.


Henrique Sá Pessoa (n. 1976, Oeiras) foi num projeto de intercâmbio nos EUA que descobriu o gosto pela culinária. Em 2005 foi considerado «Chef Cozinheiro do Ano» e, em 2007 venceu a Taça Horexpo, ano que publicou o primeiro livro, Entre Pratos, com as receitas da 1.ª série do seu programa da RTP2. Em 2008 publicou Legumes sem Desculpas e venceu o Prémio Chef do Ano da Academia da Gastronomia Portuguesa. Em 2009 abriu o seu primeiro restaurante, Alma, vencedor do Prémio do Restaurante do Ano da Revista de Vinhos. O programa de TV Ingrediente Secreto revelou-se um verdadeiro êxito, já com cinco temporadas e três livros publicados.

[Porto Editora]Novidade "Contos Sobrenaturais",de Carlos Fuentes

Título: Contos Sobrenaturais
Autor: Carlos Fuentes
Tradutor: Helena Pitta
Págs.: 136
PVP: 13,30 €


«Aura» é um dos textos incluídos no livro que é publicado a 7 de junho
Depois do romance Adão no Éden e de Contos Naturais, a Porto Editora apresenta um novo livro do escritor mexicano Carlos Fuentes, Contos Sobrenaturais, com data de publicação marcada para 7 de junho. Reunindo alguns dos mais importantes contos de Fuentes, dos quais se destacam «Chac Mool» e «Aura», provavelmente o mais conhecido, Contos Sobrenaturais é um livro marcado por temas recorrentes do autor, como a identidade mexicana, a morte e a religião, a que acresce um tom sobrenatural e misterioso.
Carlos Fuentes foi galardoado com os mais importantes prémios para autores de língua espanhola, como o Prémio Cervantes e o Prémio Príncipe das Astúrias, e a sua obra inclui dezenas de livros reconhecidos pela crítica internacional.



Desde o início da sua carreira literária, o território do relato fantástico é tão natural a Carlos Fuentes como respirar. Este livro (que dá seguimento a Contos Naturais, já publicado pela Porto Editora) inclui os seguintes contos: «Tlactocatzine, do Jardim de Flandres», «Pela Boca dos Deuses», «Litania da Orquídea», «A Boneca Rainha», «O Robô Sacramentado», «Um Fantasma Tropical» e «Pantera em Jazz». E ainda «Aura», provavelmente o mais famoso de todos os textos que Carlos Fuentes assinou.


Carlos Fuentes (1928–2012) é autor de uma vasta obra, que inclui romances, contos, teatro e ensaio, e um dos principais expoentes da narrativa latino-americana. Ao longo da sua carreira recebeu numerosos prémios, entre eles o Prémio Cervantes (1987) e o Prémio Príncipe das Astúrias (1994). Em 2003 foi condecorado com a Legião de Honra pelo governo francês e em 2008 recebeu a Grã-Cruz da Ordem de Isabel, a Católica. Na Porto Editora, tem já publicados Adão no Éden e Contos Naturais, primeira parte deste díptico de narrativas breves.


O seu trabalho é de grande importância para percebermos o porquê de estarmos no mundo.
Nadine Gordimer

Carlos Fuentes nunca deixou de se preocupar com a identidade mexicana e a forma de a expressar.
Diário de Notícias

Fuentes encarnou a ideia de levar o México para o mundo e trazer o mundo para o México.
Federico Reyes Heroles

Um dos escritores que mais influenciou a mudança de paradigma sofrida pela literatura hispano-americana nos últimos tempos.
Thesaurus Editora

Um homem excecional, instalado há muito no panteão das Américas, a figura paradigmática do escritor universal.
Nélida Piñon

Carlos Fuentes tem a mestria narrativa de escritores como Balzac.

ABC

[Lua de Papel]Nuno Lobo Antunes na Feira do Livro de Lisboa

NUNO LOBO ANTUNES na Feira do Livro de Lisboa


O neuropediatra Nuno Lobo Antunes estará presente na Feira do Livro de Lisboa (Praça LeYa) nos dias 2 e 9 de junho, pelas 17h00, para autografar o livro Em Nome do Pai, o seu romance de estreia recentemente lançado pela Lua de Papel. 
A fulgurante estreia de Nuno Lobo Antunes na ficção surge agora, após três trabalhos de não-ficção publicados pelo autor, todos bestsellers. Em Nome do Pai é uma obra de ficção que ilumina uma das personagens menos conhecidas da Bíblia: S. José. O pai de Jesus, que nas sagradas escrituras pouco passa de uma nota de rodapé, tem agora uma história, um passado. E um corpo de chocante carnalidade, atormentado pelo desejo, por uma mente demasiado lúcida para aceitar como boas as palavras do Senhor.

Nuno Lobo Antunes apresenta a história de S. José numa perspectiva invulgar: a personagem principal tem de lidar com o facto de Maria estar “grávida de Deus”. O autor molda o romance com o desvelo de um artesão, esculpe cuidadosamente cada frase, reconstitui com rigor a vida nos tempos de Jesus – cria, ele próprio, uma obra de arte. Com a liberdade só permitida aos artífices, faz suas as palavras do carpinteiro, e através delas dá voz a todos os homens que põem em causa os insondáveis desígnios divinos.

[Alfarroba]Opinião "Percepção, uma estranha realidade",de Sara Farinha

Titulo: Percepção, uma estranha realidade
Autor: Sara Farinha

Joana cedo descobriu que os estados emocionais dos outros toldavam o seu raciocínio e moldavam o seu comportamento.
Em busca duma vida anónima, Joana esconde-se em Londres, procurando ignorar a maldição que a impede de viver uma vida normal. É aí que a sua vida se cruza com a de Mark, um arqueólogo americano que viaja pelo mundo à procura de outros sensitivos como ele. Joana relutantemente aceita a amizade de Mark, acabando por encontrar nele o seu maior aliado na aprendizagem sobre a vivência dum sensitivo.
As capacidades crescentes de Joana atraem as atenções não só de Mark como do Convénio, uma organização ilegal que pretende reunir sobre o seu domínio todos os Sensitivos. É apenas quando a sua melhor amiga é posta em perigo, que Joana descobre que a sua maldição pode ser um dom, e que a vida ultrapassa todos os seus receios e expectativas.



A Sara Farinha não é uma novata por estas andanças da escrita. Através das redes sociais podemos encontrar o seu trabalho e verificar as letras fazem parte do seu dia-a-dia. Apesar disso, tenho a dizer que ainda não tinha tido a oportunidade de ler o seu livro “Percepção, uma estranha realidade”.
Gostei muito da temática, é algo diferente, que desperta a atenção e que, de certa forma, se destaca dos inúmeros livros que estão à venda no momento. Notei que ela foi bastante cuidadosa na construção da sua história, às vezes até em demasia, não deixando nada ao acaso. Quando menciono que a autora foi demasiado cuidadosa, refiro-me às longas descrições do estado de espírito ou pensamentos da protagonista, penso que poderia ter demonstrado o que se ia passando de uma forma mais suave e até através de diálogos, pois este detalhe (que não é totalmente mau) acaba por tornar toda a trama demasiado pesada fazendo com que a leitura se torne muito mais demorada. Mesmo assim, como qualquer romântica que se preze, gostei muito da relação de Mark e Joana. Uma relação que não me pareceu forçada e que se foi fortalecendo ao longo do livro.
Outra coisa a melhorar poderia ser a formatação. Penso que ter os diálogos entre aspas apenas complica a leitura e o leitor não consegue “descansar” entre a narração e os diálogos, coisa que não iria acontecer se fosse usado o travessão nas falas das personagens.
Bem, com este discurso todo até parece que não gostei da história, mas isso não é verdade. De todo! É uma história bonita, romântica e com alguma acção mais para o final.Gostei muito de o ler e fico à espera do próximo! Muitos parabéns à autora e espero ter a oportunidade de ler o próximo livro.

[Planeta]Novidade "O Palácio Da Meia-Noite",de Carlos Ruiz Zafón

Titulo: O Palácio Da Meia-Noite
Autor: Carlos Ruiz Zafón
N. Páginas: 280
PVP: 17,76 €
Lançamento: 30 de Maio

No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério....
Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite.
Mas isso não é mais do que o princípio.
Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
Uma história de aventura e mistério para jovens dos 9 aos 99 anos.


Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona, em 1964, e é um dos autores mais lidos e reconhecidos em todo o mundo. Inicia a sua carreira literária em 1993 com O Príncipe da Neblina (Prémio Edebé), a que se seguem O Palácio da Meia-Noite, As Luzes de Setembro e Marina. Em 2001 é publicado o seu primeiro grande romance, A Sombra do Vento, que se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo de Anjo (2008) regressa ao universo de O Cemitério dos Livros Esquecidos, que continua em O Prisioneiro do Céu.
As suas obras foram traduzidas em mais de quarenta línguas e conquistaram vários prémios e milhões de leitores no mundo inteiro.

[Publicações Europa-América]Novidades PEA


Título: Grandes Esperanças
Autor: Charles Dickens
Colecção: Clássicos
Preço: 17.67 €
Pp.: 464


Um clássico intemporal! 
Publicado pela primeira vez em 1860/61, Grandes Esperanças é um dos  romances mais sérios de Charles Dickens. É impossível escapar ao poder  de sedução desta obra poderosa e violenta — de onde não estão ausentes  nem a sátira nem o humor. Tal como num romance policial, o mistério  apodera-se da nossa atenção e a revelação da sua verdade psicológica e  moral mantém-nos em suspenso até ao derradeiro momento. Hipnotizados  pela voz de Pip e guiados pela sua memória, vamos desvendando o segredo  das suas «grandes esperanças» e testemunhando o encontro de um homem  consigo próprio.
Esta nova adaptação cinematográfica de Mike Newell, conta nos principais  com Ralph Fiennes, Helena Bonhan Carter, Jeremy Irvine e Holliday  Granger, entre outros.
Leia o livro. Veja o Filme.


 Título: O Irmão de Sangue
Autores: Eric Giacometti e Jacques Ravenne
Colecção: Contemporânea
Preço: 21.90€
Pp.: 440


Siga as aventuras do comissário Antoine Marcas.
À semelhança de Ritual da Sombra, Irmão de Sangue é um thriller cheio de suspense que introduz os leitores nos meandros da maçonaria e estabelece  um paralelo histórico com as mais modernas investigações. 
Paris, 1355. Um homem é queimado vivo na praça pública. O copista Nicolas Flamel assiste, nauseado, a esta execução. Mas o horror está apenas a começar, pois aquele que se tornará num célebre alquimista está, neste momento, à beira de mergulhar nas terríveis revelações de um livro secreto, interdito.
Paris, 2007, sede da Obediência Maçónica. O comissário mação Antoine Marcas descobre dois crimes rituais cometidos por um dos seus, a quem chamam «o irmão de sangue». Uma mensagem vinda do Além põe rapidamente o comissário na pista de um velho segredo, relacionado com o mistério do ouro puro.
De Paris a Nova Iorque, assistimos a uma corrida contra o tempo entre o assassino em série e o polícia, articulada em torno de dois lugares altamente simbólicos: a Estátua da Liberdade e a Torre Eiffel. Entretanto, escondido nas sombras e vigiando o desenrolar dos acontecimentos está o grupo Aurora, uma organização secreta constituída por personalidades da alta finança, cujo objectivo é o controlo absoluto do ouro…
Jacques Ravenne e Eric Giacometti, autores de vários thrillers maçónicos best-sellers, tecem de novo uma intriga fascinante, que arrasta os seus leitores pelos meandros do tempo…

[Alfarroba]Lançamento do livro "No Reino da Matemática" de Maria Arminda Gomes Silva


A ALFARROBA vai comemorar o Dia Mundial da Criança na cidade do Porto. No dia 1 de junho, o livro No Reino da Matemática, da autoria de Maria Arminda Gomes Silva, com ilustrações de Sandra Figueiredo, será apresentado na Biblioteca Pública Municipal do Porto, contando com a presença da Dr.ª Ana Vale - presidente da delegação norte da Sociedade Portuguesa de Matemática.
Várias serão as surpresas para todas as crianças que aparecerem, mas fica já prometida na hora do conto da biblioteca, uma maravilhosa visita ao reino da Matemática.


[Divina Comédia]Divina Comédia, uma nova editora que promete dar muito que ler.


Em tempos de crise, esta é uma notícia em contraciclo.
Na próxima sexta-feira, 31 de Maio, será apresentada a Divina Comédia, um novo projecto editorial com forte destaque para os autores lusófonos.
A Divina Comédia é uma editora independente, constituída por um grupo de pessoas que trabalha em livros há mais de 15 anos. Liderado por Alexandre Vasconcelos e Sá, este projecto editorial cria um novo espaço para autores de língua portuguesa e para a edição do que de melhor existe na literatura internacional, colmatando uma lacuna num mercado cada vez mais dominado pelos grandes grupos editoriais. Com a publicação de cerca de 100 livros por ano, a Divina Comédia quer ser uma das editoras de referência no panorama literário português.
Livros de autores como Fernando Campos, Carlos de Matos Gomes, Aniceto Afonso, Filomena Marona Beja, Raquel Freire, Aura Miguel, Nelson Quintino, Nuno Markl, Rita Ferro Rodrigues, Filipe Homem Fonseca, Pedro Tamen, John Cleese, Sasha Grey, Eric Hobsbawm, Jérôme Ferrari (prémio Goncourt 2012), Mo Yan (Prémio Nobel 2012), Alissa Nutting, Dolores Redondo, Graeme Simsion, Alejandro Zambra, entre muitos outros, fazem parte do catálogo a apresentar este ano.
A funcionar em pleno centro de Lisboa, num antigo armazém de livros totalmente recuperado, a Divina Comédia será um local privilegiado de encontro entre autores e leitores. Com um espaço capaz de receber mais de 200 pessoas, para além de lançamentos de livros, a Divina Comédia terá também um programa alternativo de actividades culturais que será anunciado em breve.

Do seu núcleo inicial fazem parte: 
Alexandre Vasconcelos e Sá – Editor
Paula Caetano – Editora ficção
Sara Wunderly Gomes – Editora de não-ficção
Leonor Branco – Directora de Produção
Cláudia Prata – Directora de Comunicação & Marketing
José Araújo – Director Comercial

 A festa de apresentação da DIVINA COMÉDIA é já esta sexta-feira.
O evento está marcado para o próximo dia 31 de Maio, sexta-feira, a partir das  18:00h, prolongando-se pela noite dentro, nas instalações da Divina Comédia na Rua da Conceição da Glória, 75, Lisboa.
Estão programadas seis importantes apresentações de livros, cinco dos quais de autores de língua portuguesa, que darão o mote para um dia de comemoração dos livros, dos autores e da palavra. A apresentação tem início às 18 horas com o lançamento do livro Alcora, o Acordo Secreto do Colonalismo, de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes, apresentado por Fernando Rosas, um documento histórico fundamental que revela todos os pormenores de um acordo estratégico secreto entre o regime ditatorial português, a África do Sul e a Rodésia. Em seguida, Pedro Almeida Vieira fará a apresentação da obra, O Cavaleiro da Águia, daquele que é considerado o decano do romance histórico português, Fernando Campos, cujo tema central é a fundação da nacionalidade. Será feita ainda uma breve apresentação de Mudanças, de Mo Yan - Prémio Nobel de 2012, por Vasco Gato, tradutor da obra. Às 21h30, Nuno Markl lança o seu novo livro Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos, com poemas de Miguel Araújo. Um livro com o humor inteligente ao qual Nuno Markl nos habituou e ilustrações como só ele sabe fazer. A apresentação será feita por José Luís Peixoto. Deve ser isto o Amor é o promissor livro de Rita Ferro Rodrigues e será apresentado por Andreia Vale e Pedro Mourinho. Um testemunho, na primeira pessoa, cujo cenário são as diferentes relações de amor entre as pessoas. Segue-se a apresentação do romance revelação Bordel Português, de Nelson Quintino. Com um registo literário semelhante aos primeiros romances de António Lobo Antunes, Bordel Português é o retrato de uma Lisboa actual, mas castiça, com personagens do bas-fond lisboeta tão ou mais coloridas quanto as da Crónica dos Bons Malandros, de Mário Zambujal. Após um breve retrato da editora e da equipa, Danny & Riqo [Dj set] dão início ao Divine Comedy Medley, uma performance musical que se prolongará pela noite fora.
Os comes-e-bebes serão servidos por Patrícia Furtado – Café Patita e Sebastião Castilho – Simply Sebastião, autores que em breve terão os seus livros publicados na Divina Comédia.


[Porto Editora]Novidade "A Evasão",de Robert Muchamore


Título: A Evasão
Autor: Robert Muchamore
Coleção: Henderson’s Boys
Tradução: Miguel Marques da Silva
Págs.: 280
Capa: mole
PVP: 12,90 €


Porto Editora publica terceira série do autor da coleção de sucesso CHERUB
A Porto Editora prepara-se para publicar, a 3 de junho, A Evasão, o primeiro livro da Henderson’s Boys, uma nova coleção de Robert Muchamore, autor da saga de sucesso CHERUB.
A Henderson’s Boys ajuda a descobrir as origens do braço juvenil do MI5 britânico, a CHERUB, instituição que dá nome a uma coleção de enorme êxito internacional.
Em Portugal, da primeira série da coleção, já se venderam mais de 200 mil livros – o último título, Tsunami, saiu no início de 2013. Recentemente, a Porto Editora publicou os dois primeiros livros da segunda série: República Popular e O Anjo da Guarda, e lançou ainda um novo sítio dedicado aos livros do autor.
Todos os livros de Robert Muchamore já editados em Portugal estão disponíveis no espaço do Grupo Porto Editora na Feira do Livro de Lisboa.



Estamos no verão de 1940 e o exército de Hitler está a avançar por Paris, obrigando à evasão de milhões de civis franceses.
No meio do caos, duas crianças britânicas são perseguidas por agentes alemães. O espião inglês Charles Henderson tenta alcançá-las primeiro, mas só conseguirá fazê-lo com a ajuda de um órfão francês de 12 anos. Os serviços secretos britânicos estão prestes a descobrir que as crianças podem ajudá-los a vencer a guerra.
Para efeitos oficiais, estas crianças não existem...



Robert Muchamore nasceu a 26 de dezembro de 1972, em Islington, Inglaterra. Trabalhou durante treze anos como detetive privado, mas abandonou a profissão para se dedicar à escrita a tempo inteiro.
Costuma levar quatro a cinco meses a escrever um livro, sendo que dedica o primeiro à pesquisa e o segundo à planificação da história. Só depois escreve. Segundo o próprio, tentar escrever aquilo que gostaria de ter lido aos 13 anos de idade foi a principal razão para a criação da coleção CHERUB.



É o autor estrangeiro preferido dos jovens leitores portugueses.
Diário de Notícias

Num país em que os pais se queixam sobre a falta de leitura dos filhos, Muchamore contraria esta situação.
Diário de Notícias

Robert Muchamore é o escritor infantojuvenil da atualidade.
Jornal de Notícias

[Oficina do Livro]Opinião "O Fim da Inocência II",de Francisco Salgueiro


Titulo: O Fim da Inocência II
Autor: Francisco Salgueiro



Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet. Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.



No ano passado, mais ou menos nesta altura do ano, tive a oportunidade de ler a obra “O Anjo Que Queria Pecar”, o qual me deixou bastante impressionada pelo talento do autor, por isso quando tomei conhecimento de que iria sair um novo livro não pensei duas vezes acerca do quanto gostaria de o ler. Mesmo assim, acabei por ficar bastante surpreendida com aquilo que encontrei.
“O Fim da Inocência II” é um livro no qual podemos encontrar tantas situações por nós já tão conhecidas mas que ao mesmo tempo fingimos não ver. Coisas que podem acontecer na nossa própria casa (ou connosco), que talvez por vergonha ocultamos, mas que aos poucos se tornam completamente descontroladas. Confesso que por vezes, ao longo do livro, fiquei muito impressionada com as situações descritas e saber que tudo isto aconteceu deixa um sabor amargo pelas vidas que acabaram manchadas pela tragédia ou pelas situações comprometedoras que as marcaram. Claro que se pode dizer que não podemos marcar uma geração inteira pelos erros de uma minoria, mas a verdade é que o que é descrito neste livro não se trata apenas de uma minoria. Essa mesma minoria é, na verdade, a excepção à regra, aqueles que de uma maneira ou outra se conseguem manter neutros e não se regem pelas “regras” de uma sociedade onde só é digno de respeito quem bebe, fuma ou frequenta um sem número de festas. Não quero com isto fazer juízos de valor, porque afinal cada um sabe de si, mas penso que todos sabemos que a adolescência é um período difícil e que muitas vezes nos deixamos ir pelas ideias dos outros, talvez para que, de certa forma, tudo seja mais fácil de suportar. Isto acaba por se tornar num dos maiores problemas, fazendo com que muitos acabem por cometer erros graves e prejudicar os seus futuros.
Quero dar os parabéns ao Francisco Salgueiro pelo livro que se atreveu a lançar, pela vida que de uma forma ou outra foi homenageada. O “Gonçalo” acabou por se tornar numa pessoa muito corajosa por partilhar a sua história, acredito que não foi fácil para ele nem para os pais, principalmente depois de conhecerem a história na íntegra. Acredito que muitos pais estão descansados por pensarem que os seus filhos estão sossegados nos seus quartos, na quietude do seu lar, quando na verdade o perigo está mesmo ali ao lado.
A sociedade mudou, as mentalidades alteraram-se, mas essas mudanças não foram para melhor. Mesmo não tendo sido criadas para esse efeito, as redes sociais vieram trazer demasiados perigos e por mais cuidado que se tenha, quer-me parecer que o que se está a passar não passa de uma bomba-relógio pronta a rebentar nas nossas mãos. Tudo o que fazemos, tudo o que dizemos fica registado na imensidão da internet e ao contrário daquilo que se pensa, não é difícil de encontrar a informação que queremos. Basta saber com exactidão aquilo que se quer encontrar, um motor de busca e...voilá! Tudo fica disponibilizado em segundos. Ao ler este livro lembrei-me de muitas coisas que fiz na minha adolescência e comparei com aquilo que se faz hoje em dia. É incrível como em meia dúzia de anos tudo se alterou. Lembro-me das brincadeiras na internet, das conversas anónimas no Mirc, no cuidado em não dar o nome e morada verdadeiros, as fotografias falsas e conversas que nada deixavam mostrar à outra pessoa quem verdadeiramente era e comparo com aquilo que se vive hoje em dia onde se fazem vídeos do ask.com, se publicam fotografias pessoais no Facebook, onde se colocam também dados acerca de onde residimos e até de onde trabalhamos. Dados que ficam ao alcance de todos e que muitas vezes pensamos que estão a salvo pelas políticas de privacidade. Todo o cuidado é pouco, porque afinal acabamos por não estar tão a salvo como pensamos. Infelizmente temos uma percepção errada acerca do mundo que nos rodeia e pensamos que as pessoas que nos avisam é que estão erradas. Achamos mesmo que somos os donos da verdade e acabamos por cometer erros que poderiam ser evitados com relativa facilidade. Ainda temos muito para aprender…
Este é um livro que se encontra escrito numa linguagem muito acessível e que deve ser lido não apenas por pais, mas também pelos filhos. É bom que comecem desde cedo a compreender o mundo onde vivem para que possam defender-se de uma maneira muito mais eficaz. Que esta obra traga a luz para muitas mentes que ainda se encontram fechadas e que pensam que este tipo de coisas só acontece aos outros.
Muito mais haveria para dizer acerca deste tema, mas não me vou estender mais…leiam o livro e irão compreender as minhas palavras. Uma obra imperdível!

[Quetzal]Novidade "Cinerama Peruana",de Rodrigo Magalhães


Titulo: Cinerama Peruana
Autor: Rodrigo Magalhães
N.º de páginas: 232
PVP: 16,60 €
Data de lançamento: 7 de junho



Uma voz nova e surpreendente no panorama ficcional português.
Um aprendiz de alfaiate tornado ensaísta de reduzida fama e menor proveito: Harry Heels. «Ao contrário de Conradin, nenhuma força externa veio em seu auxílio. A sua divindade, a identidade de Harry Heels, criara-a ele sozinho, Heels pela alcunha que lhe tinham posto na escola – tinha o tique de estar a sempre a bater com o calcanhar no chão durante as aulas, impaciente – e Harry, por lhe achar uma certa graça masculina.»
Dois irmãos, gémeos idênticos, enlutados e enfadados: «No Verão, viajavam com os pais: para Lisboa, onde conheceram Dinis Machado; para Bruxelas (…); para o Norte de Inglaterra, onde fumaram uma ganza nas traseiras de um pub, não muito longe da casa de W.G. Sebald, com cuja viúva os pais se encontraram. Depois, sem estação definida, começaram a viajar sozinhos.»
Três assassinos que atravessam fronteiras sem nunca deixarem de regressar a casa: «Da última vez que atravessaram a fronteira, ao chegarem à outra Lima, Bruno observou o céu carregado, considerando-o auspicioso, e ele e Luis concordaram; colheram dessa vez oito vidas, como se os favorecesse a fúria dos elementos.»
De uma maturidade literária verdadeiramente excecional, Cinerama Peruana desenvolve e articula estes três universos através de um tema comum: o do discípulo que ultrapassa o mestre.



Rodrigo Magalhães nasceu em 1975. É livreiro. Vive em Lisboa.

[Planeta]Opinião "Delírio",de Lauren DeStefano


Titulo: Delírio
Autor: Lauren DeStefano



Rhine e Gabriel fugiram da mansão, mas o perigo nunca ficou para trás.
Para Rhine de dezassete anos, a arriscada fuga do casamento polígamo parece ser o princípio do fim. A evasão leva Rhine e Gabriel a uma armadilha sob a forma de uma feira popular, cuja dona mantém várias raparigas prisioneiras, Rhine acaba de fugir de uma prisão dourada para se meter noutra ainda pior.
A jovem acaba por percorrer um cenário tão sombrio como o que deixou há um ano - que reflecte os seus sentimentos de medo, desespero e desesperança.
Com Gabriel a seu lado está decidida a chegar a Manhattan para se encontrarem com Rowan, o irmão gémeo, mas a viagem é longa e perigosa e o que Rhine espera que seja uma segurança relativa revelar-se-á muito diferente.
Num mundo onde as raparigas só vivem até aos vinte anos e os rapazes até aos vinte e cinco, o tempo é precioso e Rhine não tem como escapar nem iludir o excêntrico sogro Vaughn, que está determinado a levá-la de novo para a mansão... a todo o custo.
Nesta sequela de Raptada, a heroína tem de decidir se a liberdade vale a pena, pois tem mais a perder do que nunca.



Quando terminei a leitura do primeiro livro tinha-me apercebido de como a autora conseguia ser perfeita na sua história, mas finalizar o segundo volume e aperceber-me de que ela se consegue superar…disso não estava à espera.
O tema principal da história mantém-se e a centralização sobre a liberdade e a sua definição é cada vez mais exposta. Apesar disso, este livro conta-nos um lado mais obscuro da realidade, a realização de que não basta fugir, não basta escapar do mundo com o qual nos sentimos sufocados para solucionar o problema. A grande lição está na realização de que uma vez fugido, sempre fugido e por mais que a pessoa corra, por mais que fuja do seu passado, ele irá sempre encontra-la. Isto porque, mesmo usando um nome diferente, interagindo com pessoas diferentes, o medo e o terror estarão sempre ao virar da esquina.
Neste segundo volume, Rhine e Gabriel vêm-se presos num bordel, disfarçado de circo, onde à primeira vista todos se parecem divertir, vivendo de ilusões. Mas verdade, essa será cruel! Terá um gosto demasiado amargo e a solução será fugir novamente…mas com uma dificuldade adicional, a qual só irá ser compreendida quase no final! Rhine, que sempre me pareceu uma personagem forte e corajosa, irá novamente mostrar a sua garra e lutar por aquilo que acredita, enquanto que Gabriel parece-me um pouco desiludido com o que encontrou do outro lado dos muros que rodeavam a mansão de Linden. Sofri por ele devido às inúmeras vezes que esta personagem acaba espancada para salvar Rhine e pelas vezes que vai demonstrando aquilo que sente pela rapariga! Ao longo das páginas Gabriel mostra-se uma personagem sofredora, mas também corajosa, pois tudo faz para proteger quem ama da terrível verdade acerca do Governador Vaugh, que se mostra tão impiedoso e falso como no livro anterior. Ele é, com certeza, a personagem mais odiosa de toda a trilogia, pois ao contrário de algumas personagens ele sempre foi mau. Nunca uma sua atitude foi marcada por um acto de bondade ou até para proteger os seus, tudo o que faz é pela ciência, não se importando de magoar o seu próprio filho para conseguir atingir os seus fins mais obscuros. No final do livro, quer-me parecer que Linden toma um pouco de consciência para aquilo que o seu pai é na realidade, mesmo não deixando mostrar aquilo que pensa e indo contra o que foi dito por Rhine, mas penso que tenha sido uma atitude muito normal da sua parte. 
Estou ansiosa por conhecer o ultimo livro! Creio que muito ainda está por acontecer, principalmente agora que tudo parece perdido para Rhine. O aparecimento do seu irmão parece deixar entrar uma fresta de esperança por entre a cortina de terror que parece neste momento percorrer toda a vida da nossa protagonista e é por isso que fico ainda mais esperançada e até mesmo excitada pela ideia do que virá a seguir…

[Sextante Editora]Novidade "O enredo da bolsa e da vida",de Eduardo Mendoza


Título: O enredo da bolsa e da vida
Autor: Eduardo Mendoza
Tradutor: João Pedro George
Págs.: 240
PVP: 15,50 €


Em O enredo da bolsa e da vida, o autor faz sátira com a crise, a Europa e até Angela Merkel
O mais recente romance de Eduardo Mendoza é provavelmente aquele que melhor combina a atualidade com uma grande dose de ironia. O enredo da bolsa e da vida, que a Sextante Editora publica no dia 27 de maio, é um livro satírico que tem como pano de fundo uma investigação na Barcelona contemporânea em plena crise, protagonizado por um detetive que recorre aos mais originais (e loucos) métodos para impedir um ataque terrorista a Angela Merkel. Trata-se de um livro divertido e inteligente, que faz uso do humor para retratar a sociedade atual, como confirma o escritor Javier Cercas: «Gosto de Mendoza porque me faz rir, porque me comove e faz pensar. Porque me obriga a ver a realidade de maneira diferente. Porque não trai o mais pequeno indício de presunção ou solenidade.»  


O enredo da bolsa e da vida, o mais recente romance de Eduardo Mendoza, protagonizado pelo célebre detetive louco d’O mistério da cripta assombrada e O labirinto das azeitonas, é uma sátira genial sobre a Europa contemporânea. O detetive sem nome regressa à ação em tempos de crise e, ajudado por uma trupe improvável, que inclui uma acordeonista de rua, um africano albino e um vigarista, entre outros, é chamado a impedir um ataque terrorista envolvendo Angela Merkel. 

      

Eduardo Mendoza nasceu em Barcelona em 1943. Escreveu entre outros romances A verdade sobre o caso Savolta (Prémio da Crítica em Espanha), O mistério da cripta assombrada, O labirinto das azeitonas, A cidade dos prodígios (Prémio Cidade de Barcelona), Uma comédia ligeira (Prémio de Melhor Livro Estrangeiro em França), A aventura do cabeleireiro de senhoras (Prémio para o «Livro do Ano» do Grémio dos Livreiros de Madrid), Maurício ou as eleições sentimentais (Prémio de Romance da Fundação José Manuel Lara), A assombrosa viagem de Pompónio Flato (Prémio Pena de Prata da Feira do Livro de Bilbau) e Três vidas de santos. Com Rixa de gatos venceu o Prémio Planeta 2010. A Sextante Editora iniciou em 2010 a publicação regular em Portugal das obras de Eduardo Mendoza. 



Gosto de Mendoza porque nunca perde de vista as virtudes essenciais do ofício: a clareza, a vivacidade, a intenção, o humor, o bom senso literário. 
Juan Marsé 

Mendoza demonstra que a combinação de um tom jocoso com uma seriedade incondicional nos seus objetivos é sempre eficaz. 
The Times Literary Supplement