[Quinta Essência]Opinião "Perfume de Paixão",de Jude Deveraux


Jude Deveraux




















Sinopse: Noiva do encantador e sedutor Greg Anders, Sara Shaw mal consegue esperar pelo dia do seu casamento em Edilean, na Virgínia. Mas apenas três semanas antes do dia do casamento, Greg recebe um telefonema durante a noite e sai sem dar qualquer explicação. Dois dias mais tarde, um homem aparece através de um alçapão no soalho da casa de Sara, afirmando que é o irmão da sua melhor amiga e informando-a que se vai mudar para casa dela. Embora Mike Newland esteja realmente a dizer a verdade sobre a sua identidade, a razão que o levou ali tem muito mais que se lhe diga. É um detective que trabalha infiltrado; a sua missão é usar Sara para descobrir o paradeiro de uma mulher — uma das criminosas mais notórias dos Estados Unidos — que, por acaso, é a mãe do homem com quem Sara tenciona casar. Mike acredita que a investigação não será difícil — isto é, caso consiga arranjar maneira de fazer com que uma jovem de «boas famílias» como Sara confie em si. No entanto, Mike não faz a mais pequena ideia do que aquela missão lhe reserva. Esforçou-se ao máximo para esconder as suas ligações a Edilean, as quais remontam ao tempo em que a sua avó vivera naquela localidade, em 1941. Mas à medida que Mike e Sara se vão conhecendo, ele não consegue evitar partilhar segredos que nunca tinha partilhado com ninguém. Enquanto trabalham juntos para resolverem os dois mistérios, o amor crescente que desabrocha entre os dois começa a sarar cicatrizes de uma forma que nunca teriam imaginado ser possível.


Opinião: Desde que iniciei a leitura desta saga que toda a historia de Edilean me fascina. Há um ambiente muito especial à volta da pequena cidade da Virgínia, algo que transpira dos seus personagens e que se vai entranhando no leitor.
Até ao momento, tenho a dizer que este é o meu livro preferido, toda a história é magnífica e deixa-nos a sonhar e a desejar encontrar o nosso próprio Mike Newland. Ele tem uma personalidade forte, justa e mostra-se também muito divertido, acabando por ser o par perfeito para Sara, que apesar de se mostrar exteriormente fraca, acaba por ter uma força interior muito grande e isso será uma mais-valia naquilo que irão passar juntos. Sara fez-me lembrar a minha propria personalidade, aquela maneira subtil em como vê a verdade e "finge" não ver, às vezes sou um pouco assim e acabei por me afeiçoar tanto à personagem por me rever nela. Em relação a Greg Anders, ou melhor Stefan Vandlo, nunca gostei dele. Desde o livro “Jardim de Alfazema” que aquela personagem me deixava muito reticente, não sei bem explicar, mas algo não batia certo e fiquei muito contente quando descobri que algo mais bonito estava destinado a Sara. Outra das razões porque gosto tanto desta saga é a continuidade que apresenta, ao longo dos livros podemos ir lendo não só acerca das personagens anteriores, mas elas próprias são bastante intervenientes nos livros seguintes. Acabo apenas por apontar algo que me deixou um pouco triste, neste livro Rams e Tess já se encontram em lua-de-mel, deixando o leitor a pensar como se teria desenvolvido a sua história. Na minha opinião, a autora deixou escapar uma excelente oportunidade de deixar os seus fans deliciados com as peripécias daqueles dois. Claro que só posso falar por mim, mas desde o primeiro livro da série - em que os dois são bastante importantes - que desejava poder ler a sua história e foi com grande tristeza que me apercebi que a autora tinha dado um salto no tempo e deixado que eles já tivessem resolvido as suas diferenças e estivessem agora casados e felizes.
Agora resta-me esperar pelo lançamento do próximo livro da série, pois o livro seguinte foi lido fora de ordem. Fico contente por finalmente ter tido a oportunidade de estar finalmente em dia com a leitura desta saga e também posso agora compreender muitas das coisas que aconteceram durante “Desejos do Coração”, já estou arrependida de ter lido o livro fora da ordem e estou com vontade de o reler.

Podem ler a minha opinião ao livro “Desejos do Coração” aqui.

[Porto Editora]Opinião "Cada dia, cada hora",de Natasa Dragnic


Natasa Dragnic




















Sinopse: Como nos versos de Pablo Neruda, Dora e Luka sentem, "cada dia, cada hora", estar destinados um ao outro. Em crianças eram inseparáveis, até ao momento em que a família de Dora parte da pequena cidade croata onde viviam. Dezasseis anos mais tarde, o destino volta a uni-los, desta vez em Paris.
É evidente que foram feitos um para o outro, mas a vida encarrega-se de separar os seus caminhos. Cada dia, cada hora é a história de um amor atemporal e único, tão poético e comovente como a voz em que é narrado. Desde a costa do Adriático até aos teatros de Paris, o romance de Dora e Luka faz-nos sonhar com os amores perdidos ao longo da vida e devolve-nos a esperança num final feliz.


Opinião: Neste exacto momento terminei a leitura deste livro e não queria ir dormir sem antes expressar a minha opinião sobre ele. Ainda por mim fluem uma enormidade de emoções e por isso espero conseguir dar uma opinião recta acerca deste livro.
A autora trouxe até nós um livro incrível, escrito de uma forma simples mas tão intensa que a certa altura nos perguntamos nos porquês da vida, nos rumos incertos que esta por vezes toma. É uma história de amor que nos faz sonhar e acreditar no destino, num amor tão grande que pode durar uma vida inteira, mas que também nos pode ser arrebatado por terceiros de forma cruel.
Luka e Dora personificam um sem fim de casais apaixonados, que por várias razões se vêm afastados. A autora consegue, com alguma facilidade entranhar no leitor do seu livro uma história que pode muito bem ser a nossa. Talvez esse seja o grande trunfo deste livro, ao tornar este amor tão simples, mas ao mesmo tempo tão complicado, este passa a não ser só o amor entre Luka e Dora, mas também começamos a vive-lo como se fosse nosso. Não chorei, mas muitas foram as vezes que dei por mim com sentimentos próximos aos das personagens e por isso, apesar de não ter chegado a vias de facto, cheguei ao ponto de sentir os olhos a arder e também senti por algumas vezes o coração “pesado”. Queria que conseguissem ser felizes, queria que ultrapassassem os obstáculos, que deixassem tudo e todos para viverem aquele amor, mas havia sempre algo que os fazia recuar. A autora conseguiu até ao fim mostrar-se correcta e lutar contra a vontade de escrever o “final feliz” para as suas personagens, na minha opinião tudo isso torna tudo muito mais especial, afinal devemos passar por certas dificuldades para darmos o respectivo valor áquilo que no final iremos ter nas nossas mãos. As coisas não devem ser-nos dadas de mão beijada, devemos lutar para ter aquilo que mais desejamos e o amor não é excepção.
Claro que com estas palavras, só quero dizer que adorei o livro e adorei principalmente as passagens de Pablo Neruda e em como os seus poemas tornam toda a história tão especial. Apesar de fora do vulgar, este é um livro que nos faz pensar na vida e fez-me pensar que vale a pena lutar pela felicidade. Que cada dia, cada hora deve ser repleta de alegria e amor.

[TopSeller]"Alex Cross", de James Patterson, nos cinemas a 3 de janeiro‏




Alex Cross, protagonista da série policial mais vendida em todo o mundo, está de regresso ao grande ecrã, desta vez em “Eu, Alex Cross”. Depois da publicação do livro no passado mês de novembro, dia 3 de janeiro chega então às salas de cinema nacionais o terceiro filme inspirado na coleção bestseller mundial Alex Cross, do autor mais bem sucedido em todo o mundo, James Patterson. Tyler Perry, como Dr. Alex Cross, e Matthew Fox, o vilão, são os protagonistas do filme.
O lançamento do livro Alex Cross rapidamente despertou a memória de quem vibrou com os filmes «Na Teia da Aranha» e «Beijos que Matam», então com Morgan Freeman no papel de Dr. Alex Cross. 

[SDE]Opinião "Irmãos de Sangue",de Nora Roberts


Nora Roberts




















Sinopse: Na pacata cidade de Hawkins Hollow, três amigos que partilham a mesma data de aniversário fogem para os bosques para uma noite de divertimento. Mas o que era apenas uma brincadeira rapidamente se transforma num pesadelo quando o juramento de irmãos de sangue que fazem liberta uma maldição de trezentos anos. Vinte e um anos depois, Cal Hawkins e os seus amigos assistem a uma semana de tragédias inexplicáveis que assombram a sua cidade, e que se repete a cada sete anos. Quinn, uma famosa jornalista, está decidida a descobrir a maldição que paria sobre Hollow e, apesar dos protestos de Cal, fará tudo para desvendar esse mistério. Mas quando os primeiros sinais malévolos voltam a surgir, não é apenas a sua terra que Cal tem que proteger, mas também o seu coração.


Opinião: Aventura, romance e mistério! Estes são os três principais ingredientes deste fabuloso romance de Nora Roberts.
Quem já segue a autora há algum tempo, sabe que ela sempre nos presenteia com a sua escrita elegante e humorística. Esta senhora, que já lançou um grande número de sucessos literários em todo o mundo, vem mais uma vez surpreender com este maravilhoso livro. A sua mais recente obra lançada no nosso país vem iniciar uma trilogia com um ambiente um pouco mais sombrio daquele que estamos habituados. Este romance carregado de elementos paranormais vai passar-se no meio de tempos difíceis e com descobertas surpreendentes. Na minha opinião, que não vai diferir do que normalmente escrevo acerca do trabalho da autora, Nora Roberts mostra uma grande pesquisa no que respeita ao folclore e lendas descritas no livro, e um cuidado extremo nas descrições e na criação das suas personagens.
Confesso que estava um pouco receosa com a leitura deste livro, porque na minha opinião Nora Roberts tende a baixar a qualidade dos seus romances quando escreve sobre o tema da paranormalidade, mas aos poucos fui descobrindo que a autora conseguiu não só ultrapassar pequenas falhas antigas, como também enaltecer toda a história com pequenos detalhes que nos vão prendendo e despertando a curiosidade ao longo do livro. Um romance que não fala só de amor, mas também nos mostra a importância da amizade e da cooperação entre semelhantes para o cumprimento de uma missão comum.
Este foi um livro lido em poucas horas e que me deixou bastante curiosa acerca do próximo volume, afinal os dados foram lançados nesta introdução e por isso acredito que no livro seguinte muita coisa irá acontecer. Se bem conheço a autora já tenho uma ideia de como o romance se poderá desenrolar no próximo volume, talvez por isso e porque as personagens principais já nos foram apresentadas fica aquele mistério e curiosidade sobre se realmente tudo irá correr de acordo com o esperado ou se a autora vai mais uma vez deixar o leitor boquiaberto com a mestria que sempre mostra em cada livro.

[Editorial Presença]Opinião "As Namoradas do Meu Marido",de Bridget Asher


Bridget Asher




















Sinopse: Quando Lucy Shoreman descobre que o seu encantador e infiel marido está às portas da morte, agarra na agenda secreta que ele possuía e decide telefonar às suas amantes a convidá-las para uma última visita, sem pensar que terão de facto coragem para a fazer. Mas assim que elas começam a aparecer uma a uma, Lucy sabe que as surpresas não se vão ficar por aí... As Namoradas do Meu Marido é uma comédia romântica que lança um olhar perspicaz sobre o casamento, as relações familiares, a amizade... e sobre o perdão inesperado que pode mudar a nossa vida para sempre.


Opinião: A mensagem deixada num livro é algo que me fascina, que me faz relembrar durante dias uma leitura e a torna especial. Calculo que seja um trabalho árduo para qualquer autor deixar uma mensagem especial nas suas histórias e fazer com que os seus livros se tornem intemporais, mas Bridget Asher no seu tom descontraído e divertido deixa-nos a pensar em algo que acaba por ser especial nesta altura do ano, o perdão.
O livro trata da história de Lucy, uma mulher que depois de se separar do seu infiel marido, descobre que este está gravemente doente e por isso começa a ligar a todas as ex-amantes deste para que lhe façam uma última visita. 
Apesar do tema um pouco triste, todo o livro encontra-se escrito de forma muito divertida e acaba por ser lido rapidamente. A personagem principal, Lucy está muito bem caracterizada e mesmo sendo a pessoa que mais sofreu com as traições do marido não se transforma na célebre “coitadinha” de quem todos têm pena. O mesmo acontece com as ex-amantes de Artie, que acabam por ter um papel muito importante na trama.
Esta é uma leitura bastante leve e também um daqueles livros que imaginamos como seria a sua adaptação cinematográfica

[Lua de Papel]Livro do Ano 2012: «COMO AVALIA A SUA VIDA?», Clayton M. Christensen‏


Titulo: Como Avalia A Sua Vida?
Autor: Clayton M. Christensen
N. Páginas: 200
PVP: 14,90€


Sinopse: "Este livro não oferece respostas fáceis. Em vez disso, vai levá-lo a pensar nas questões mais importantes que lhe vão surgir pelo caminho. Não lhe vai dizer o que deve pensar, mas como pensar, acerca da sua vida e dos seus objetivos, usando para isso pesquisa e teorias sobre o sucesso e o fracasso desenvolvidas na Harvard Business School e outras instituições. Não lhe vai indicar o caminho para a felicidade. Em vez disso, vai fornecer-lhe as ferramentas para que viva a vida que realmente quer viver, as mesmas ferramentas usadas pelos gestores das companhias que transformaram o mundo em que vivemos. Pense neste livro como um guia para o seu futuro. As teorias e casos sintetizados aqui vão ajudá-lo a compreender as decisões cruciais que podem gerar sucesso e felicidade - em vez de tristeza e deceção.
Esperamos que os nossos insights se revelem pessoalmente úteis para o seu futuro e o ajudem a responder a uma pergunta que só a si lhe diz respeito: Como Avalia a Sua Vida? Prometemos que a viagem será compensadora."
Clay Christensen, James Allworth e Karen Dillon


Autor: Livro do professor de Harvard Clayton M. Christensen, publicado pela Lua de Papel, figura na selecção dos melhores livros do ano das revistas Financial Times e Fast Company. O livro já tinha merecido igual reconhecimento este ano pela Amazon.
Clayton M. Christensen, autor do clássico The Innovator’s Dilemma (considerado pela Economist um dos seis livros de gestão mais influentes de sempre) foi distinguido como O Mais Influente Pensador do Mundo pela Thinkers50 – o mais importante ranking global na área de gestão.
Em Como Avalia a Sua Vida?, o autor, juntamente James Allworth e Karen Dillon, aplica à vida quotidiana a maior parte dos ensinamentos aprendidos quer como gestor, quer como professor na Universidade de Harvard. O livro é um tratado filosófico sobre o sucesso, e o modo como é percepcionado (erradamente, segundo os autores) na sociedade ocidental. Como contraponto ao capitalismo selvagem dominante, os autores apresentam estratégias éticas para uma condução de carreiras e administrações.


Imprensa:
“Se está preparado para olhar para dentro, tem de ler o novo livro de Clay Christensen (...) É um dos mais surpreendentes livros de filosofia pessoal do século XXI. E as questões que levanta são as questões certas: Como posso ser feliz no trabalho? Como posso criar relações familiares que me preencham? Como posso educar filhos que sejam responsáveis e tomem as decisões certas?”
Forbes

“Como Avalia a Sua Vida? é um intrigante paradoxo. Um livro de auto-ajuda que não é um livro de auto-ajuda, baseado em pesquisa rigorosa, mas repleto com as experiências pessoais de um professor que é visto como um modelo a seguir pelos seus alunos.”
Financial Times

“Um trabalho fascinante, intenso e revelador… Espiritual sem ser moralista, pode ser útil a qualquer pessoa que queira viver uma vida com sentido e de acordo com os valores que defende.”
Publishers Weekly

“Este livro sintetiza os melhores conselhos de Christensen para que as pessoas bem-sucedidas não percam o Norte.”
Businessweek

[Palavras Minhas]Confusão!


Quero afastar-me, mas não consigo
Quero deixar de te ver, mas tu não deixas
Quero o teu amor, mas tu afastas-te
Quero esquecer-te, mas estás sempre no meu pensamento.

Porque não desapareces?
Porque estás sempre comigo?
Porque me apoias tanto?


Queria tanto poder esquecer-te, deixar para trás esse capitulo da minha vida. Tudo seria mais fácil, partir para outra fase, conhecer outras pessoas e abrir novos horizontes. Numa tarde cheia de sol olho para o céu e vejo tudo e nada. Para além de todo aquele azul consigo ver a tua cara, o teu sorriso, consigo sentir os teus lábios a tocar nos meus. Abano a cabeça, que terrível negação que vai dentro de mim. Devia crescer, devia finalmente aceitar o facto que sem ti não sou eu, que só contigo mostro o que sou. Não sei como, nem quando aconteceu, mas o amor apareceu um dia e já não quis desaparecer. Costumam dizer que tudo acontece por uma razão e de uma coisa só tenho a certeza, não lamento o dia em que nos conhecemos, graças a ti curei feridas profundas, fizeste-me crescer, ver através da cortina de dor que cobria o meu ser, mas agora vejo-me aqui, sozinha e a precisar novamente de ti. Talvez, quem sabe um dia, possamos encontrarmo-nos outra vez, quem sabe se o destino não nos prega uma partida e mostra que afinal pertencemos um ao outro. E o que resta de mim agora? Recordações, momentos felizes que vivemos juntos e por agora chega, tem que chegar e preciso acreditar que algo bom acontecerá, que algo inacreditável e bom estará á minha espera e que serei feliz. Porque a vida é isso, momentos de felicidade e tristeza que passam pelas nossas vidas e por isso vou acreditar que ainda vou ser muito feliz…

by Ana Luisa Neves


[Quinta Essência]Opinião "Dias de Ouro",de Jude Deveraux


Jude Deveraux




















Sinopse: Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre…
No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean...


Opinião: Esta é a história de como tudo começou! Adorei este livro, que na verdade foi lido em poucas horas. É um livro divertido, intenso e às vezes um pouco trágico.
Depois de ter lido o primeiro volume da série, Jardim de Alfazema, fiquei com muita curiosidade acerca da história da cidade de Edilean. Parecia que muito tinha acontecido até que aquela pequena cidade tivesse sido construída e as pequenas descrições acerca do assunto deixavam-me cada vez mais curiosa. Felizmente, não fiquei nada desiludida com o histórico apresentado. Jude Deveraux veio provar que não só consegue escrever os seus romances com destreza, mas também se sente à vontade com os históricos.
Desde o início que fiquei cativada por Angus e Edilean, eles eram perfeitos um para o outro. Com personalidades um pouco marcadas pelo passado, eles acabam muitas vezes por discutir e divertir o leitor com os seus diálogos irreverentes. Fiquei satisfeita por me aperceber que não foi um amor que aconteceu de repente, notou-se a atracção sexual inicial que aos poucos se foi transformando em algo mais.
Este livro mostra-nos também um pouco daquilo que foi o êxodo para terras americanas e do quanto essas pessoas tiveram de lutar para conseguir um lugar no mundo. O “American Dream” foi para muitos o recomeçar de toda uma vida, mas nada se consegue sem esforço e penso que isso é notório durante esta histórica.
Gostei da forma como a autora conseguiu juntar romance com conhecimento, essa é uma das razões que tornam o livro tão rico. É bom podermos ler um bom romance, se também podermos aprender algo e retirar uma lição daquilo que lemos e penso que isso a autora conseguiu, pelo menos da minha parte.

[Planeta]Opinião "Tormento", de Lauren Kate


Lauren Kate




















Sinopse: O inferno na Terra. É como Luce se sente por estar longe do namorado anjo caído, Daniel. Levaram uma eternidade a encontrarem-se e agora ele diz-lhe que tem de partir. Afastar-se para perseguir os Proscritos - imortais que querem matar Luce. Daniel esconde Luce em Shoreline, um colégio na rochosa costa da Califórnia com estudantes estranhamente dotados: os Nefilim, filhos de anjos caídos e humanos. Em Shoreline, Luce fica a saber o que são as Sombras e como as pode usar por serem janelas para as suas vidas anteriores. Contudo, quanto mais aprende mais suspeita que Daniel não lhe contou tudo. Oculta-lhe qualquer coisa… qualquer coisa perigosa. E se a versão do passado referida por Daniel não corresponder à verdade? E se Luce estiver na realidade destinada a ficar com outra pessoa?
Este é o segundo romance desta viciante série Anjo Caído... onde o amor nunca morre.


Opinião: Comecei a ler esta serie quando ainda vivíamos com a “febre” dos vampiros, nessa altura os anjos estavam a começar a nascer, a infiltrar-se devagarinho nas nossas prateleiras e aquilo que mais me chamou a atenção foi a capa fantástica que o primeiro livro “Anjo Caído” apresentava. Tinha de o ler, não conseguia afastar essa ideia da cabeça e quando o fiz a minha sede de leitura cresceu de forma alucinante. Infelizmente, só agora me foi dada a oportunidade de ler a continuação que me surpreendeu bastante.
Para a proteger daqueles que a perseguem, Daniel e Cam fizeram uma trégua de dezoito dias, lutando do mesmo lado para manterem Luce escondida dos Proscritos e para isso transferem a rapariga para uma nova escola, mas Luce não se encontra numa escola normal, no colégio Shorelin irá estar rodeada de Nefilim e dois professores muito especiais. Durante esses dias ela irá fazer descobertas intensas que a farão pensar nas suas vidas passadas e na razão pela qual o seu amor com Daniel está amaldiçoando.
Á primeira vista, este parece ser um livro aborrecido e sem qualquer teor novo para a historia, mas desenganem-se, é através dele que irão ser apresentadas novas personagens e até informações que acredito que irão ser importantes para os dois restantes livros da serie. Claro que a nível de personagens, mantem-se o mistério que envolve Daniel e a razão pela qual esconde de Luce a verdade e a própria Luce não tem grande evolução de personalidade. Penso que isso acontece pela falta de conhecimentos acerca da verdadeira dimensão daquilo que a envolve, ela mostra sentir-se confusa e até mesmo absorta no meio que a envolve. As únicas situações em que ela parece crescer serão os momentos em que toma conhecimento da forma como que as suas mortes no passado também influenciaram a vida de outras pessoas e na aprendizagem acerca dos Anunciadores.
Lauren Kate manteve durante todo o livro a aura de mistério a que já nos habituou e a sensação que algo de grandioso se prepara e, quando o livro terminou, deixou-me expectante para o que se prepara de seguida. Não estava à espera de acabasse daquele modo e uma nova aventura fica em suspenso mesmo na nossa frente, sendo um final excelente para este tipo de livro.

[Civilização]Opinião "A Arca",de Victoria Hislop

Victoria Hislop




















Sinopse: Tessalonica, 1917. No dia em que Dimitri Komninos nasce, um incêndio devastador varre a próspera cidade grega, onde cristãos, judeus e muçulmanos vivem lado a lado. Cinco anos mais tarde, a casa de Katerina Sarafoglou na Ásia Menor é destruída pelo exército turco. No meio do caos, Katerina perde a mãe e embarca para um destino desconhecido na Grécia. Não tarda muito para que a sua vida se entrelace com a de Dimitri e com a história da própria cidade, enquanto guerras, medos e perseguições começam a dividir o seu povo. Tessalonica, 2007. Um jovem anglo-grego ouve a história de vida dos seus avós e, pela primeira vez, apercebe-se de que tem uma decisão a tomar. Durante muitas décadas, os seus avós foram os guardiões das memórias e dos tesouros das pessoas que foram forçadas a abandonar a cidade. Será que está na altura de ele assumir esse papel e fazer daquela cidade a sua casa?


Opinião: Victoria Hislop! Confesso que desde a chegada dos seus livros ao mercado literário português que muitas foram as vezes que dei por mim intrigada pelos seus livros. As sinopses destes faziam-me suspirar e pensar no quanto a minha imaginação poderia voar até àqueles lugares fantásticos e quantas aventuras os seus personagens iriam viver. Claro que muitas são as vezes que nos deixamos enganar por estas discrições e pelas capas fantásticas que nos são apresentadas, mas mesmo assim não descansei até ter oportunidade de ler um livro desta autora.
Tive, finalmente, essa oportunidade com o título mais recente lançado no nosso país “A Arca”. Este passava-se num dos meus países de eleição para romances, Grécia, e tudo parecia indicar ser mais um livro sensacional. Infelizmente, algo correu mal! Não foi o livro, por mais estranho que pareça a quem ler esta opinião deito as culpas ao meu estado de espirito na altura que o li, pois tinha terminado uma leitura um pouco “pesada” e deveria ter escolhido um livro um pouco mais “leve” e por isso acabei por me cansar um pouco com algumas descrições que o livro tinha logo desde o início. De qualquer maneira, vou tentar dar a minha opinião da forma mais objectiva possível.
Este livro retracta uma história de amor cheia de adversidades para os seus intervenientes, mostra-nos como um amor verdadeiro é forte para, com força e coragem, conseguir sobreviver e vai-nos também retractando a sociedade grega de Tessalonica ao longo dos anos. Um livro que nos deixa ir conhecendo as suas personagens, as vidas que cada um levava e os acontecimentos que os vão marcando e moldando as suas personalidades. A história de amor vivida entre Dimitri e Katerina, que se apresentam personagens bem definidas e num mundo criado à sua medida, deixará encantado qualquer leitor que goste de ler um romance que se passe durante um período de guerra intensa.
É focado, principalmente, o tema da ocupação alemã e da perseguição aos judeus, ou seja é um livro que acaba por nos ensinar um pouco da realidade vivida pelos judeus no período do comunismo europeu.
Na minha opinião, esta mistura de conteúdos trágicos em apenas um livro acaba por tornar o ambiente um pouco pesado e atrasar o leitor com detalhes detalhados da invasão dos alemães na Grécia. 

[LeYa]Prémio Leya 2012


Romance “Debaixo de Algum Céu”, de Nuno Camarneiro, vencedor do Prémio LeYa 2012

O Júri do Prémio Leya reuniu nos dias 13 e 14 de Dezembro, em Alfragide, para deliberar sobre a atribuição do Prémio, a que concorreram este ano mais de 270 originais, apresentados por autores residentes em Angola, Brasil, Canadá, França, Inglaterra, Moçambique e Portugal.
O Júri decidiu, por maioria, atribuir o Prémio Leya 2012 ao romance Debaixo de Algum Céu, da autoria de Nuno Camarneiro.
O Júri apreciou no romance Debaixo de Algum Céu a qualidade literária com que, delimitando intensivamente a figura fulcral do "romance de espaço" e do "romance urbano", faz de um prédio de apartamentos à beira-mar o tecido conjuntivo da vida quotidiana de várias personagens - saídas da gente comum da nossa actualidade, mas também por isso carregadas de potencial significativo.

Retrato de uma microsociedade unida pelo espaço em que vivem os personagens, o romance organiza-se a partir de um conjunto de vozes que dão conta de vidas e destinos que o acaso cruzou num período de tempo delimitado entre um Natal e um Fim do Ano. Ouvimos vozes, poemas, ladainhas, canções, que transportam memórias e sentimentos e pontuam os encontros, desencontros e tragédias que de que os moradores só se apercebem quando saem à luz do dia. A escrita é precisa e flui sem ceder à facilidade, mas reflectindo a consciência de um jogo entre o desejo de chegar ao seu destinatário, o leitor, e um recurso mínimo a artifícios retóricos em que só uma sensibilidade poética eleva e salva a banalidade e os limites do quotidiano.
O júri destacou nesta obra o domínio e a segurança da escrita, a coerência com que é seguido o projecto, a força no desenho dos personagens e destaca a humanidade subjacente ao que poderá ser lido como uma alegoria do mundo contemporâneo.


O júri do Prémio LeYa 2012 

Manuel Alegre (Presidente)
José Carlos Seabra Pereira
José Castello
Lourenço do Rosário
Nuno Júdice
Pepetela
Rita Chaves


Sobre Nuno Camarneiro

Nuno Camarneiro nasceu em 1977. Natural da Figueira da Foz, licenciou-se em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra, onde se dedicou à investigação durante alguns anos. Foi membro do GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e do grupo musical Diabo a Sete, tendo ainda integrado a companhia teatral Bonifrates. Trabalhou no CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) em Genebra e concluiu o doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural em Florença. Em 2010 regressou a Portugal, onde exerce actividade de investigação na Universidade de Aveiro e é professor na Licenciatura em Conservação e Restauro na Universidade Portucalense do Porto. Começou por se dedicar à micronarrativa, tendo alguns dos seus contos sido publicados em colectâneas e revistas. Editou o seu primeiro romance, No Meu Peito não Cabem Pássaros, na Dom Quixote, em Junho de 2011.


Sobre o Júri do Prémio LeYa

Manuel Alegre de Melo Duarte, Presidente do Júri (Águeda, Portugal, 1936), estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde foi activo dirigente estudantil. Destacada figura da resistência, esteve preso e passou dez anos no exílio. «Praça da Canção» e «O Canto e As Armas», apesar de proibidos, circularam clandestinamente. Muitos dos seus poemas foram musicados e cantados. Deputado, vice-presidente da AR, é membro do Conselho de Estado. Escritor e poeta, recebeu entre outros, o Prémio Pessoa, o Grande Prémio de Poesia da APE e o Prémio Dom Dinis pelo seu último livro «Doze Naus», Foi criada na Universidade de Pádua uma cátedra com o seu nome sobre literatura portuguesa.
José Castello (Rio de Janeiro, Brasil, 1951), é um crítico literário, escritor e jornalista radicado em Curitiba. Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é Colunista do suplemento “Prosa & Verso”, de “O Globo”. No Globo On Line, mantém o blog “A literatura na poltrona” (www.oglobo.com.br/blogs/literatura). É colaborador regular do suplemento Eu&, do jornal “Valor Econômico”, de São Paulo, e do mensal “Rascunho”, de Curitiba. Foi cronista semanal de “O Estado De São Paulo” e editor dos suplementos “Idéias/Livros” e “Idéias/Ensaios”, do “Jornal do Brasil” (Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte e Prémio Estácio de Sá). Autor, entre outros, de Ribamar (romance, Bertrand Brasil, 2010, semifinalista do Prémio Portugal Telecom de Literatura 2011), A literatura na poltrona (ensaios literários, Record, 2005), O poeta da paixão (biografia do poeta Vinicius de Moraes, Companhia das Letras, 1993, prémio Jabuti), Fantasma (romance, Record, 2001, menção honrosa no Prémio Casa de las Américas) e Inventário das sombras (retratos literários, Record, 1999).
José Carlos Seabra Pereira é Professor de Literatura Portuguesa e de Teoria da Literatura na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na Faculdade de Letras da Universidade Católica, leccionou na Universidade de Poitiers, em França, onde obteve o Doctorat de Troisième Cycle. É autor de numerosos trabalhos sobre temas de Literatura Portuguesa finissecular. Foi Presidente da Comissão Científica do Grupo de Estudos Românicos, Director do Instituto de Língua e Literatura Portuguesas e Membro da Comissão Coordenadora do Conselho Científico da FLUC.
Lourenço Joaquim da Costa Rosário (Marromeu, Moçambique, 1949) é doutorado em Letras e licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra e Bacharel em Filologia Românica pela Universidade de Lourenço Marques, é Reitor da Universidade Politécnica de Maputo, Professor Convidado na Universidade Eduardo Mondlane, na mesma cidade, Professor Associado na Universidade Nova de Lisboa e Professor Catedrático na Universidade de Lecce, Itália. Publicou várias obras e tem mais de uma centena de artigos e entrevistas publicadas em jornais, revistas científicas e informativas, sobre diversos temas. É Mestre de Conferências na Universidade de Santiago de Compostela, em Espanha, e na Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Para além de outras funções ligadas à defesa e preservação da língua portuguesa, faz também parte do seu vastíssimo currículo a Presidência do projecto Fundo Bibliográfico da Língua Portuguesa. Foi membro do Júri do Prémio Camões em 2003 e 2004 e do Concurso Ernst & Young 2007.
Nuno Júdice (Mexilhoeira Grande, Portugal, 1949) estudou Filologia Românica, em particular a literatura medieval ibérica. Cedo começou a sua actividade de crítico literário na revista O Tempo e o Modo. Figura influente da poesia contemporânea em Portugal, publicou vários livros de poesia, romances e ensaios, já traduzidos em diversas línguas. Nas décadas de 80 e 90 viveu na Suíça e, mais tarde, regressou a Portugal para leccionar Literatura Comparada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Em 1996 criou a revista Tabacaria, com sede na Casa Fernando Pessoa. Recebeu, entre outros, o prémio de poesia Pablo Neruda (1973) e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Exerceu o cargo de Conselheiro Cultural na Embaixada de Portugal em Paris até 2003, ano do seu regresso a Lisboa.
Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, n. 1941 em Benguela, Angola) é um dos mais conhecidos autores africanos de língua portuguesa. Estudou engenharia no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, transferindo-se mais tarde para o curso de Letras. Em 1963, torna-se militante do MPLA e, mais tarde, frequenta a Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa, berço dos ideais de independência. Exilado em França e na Argélia, gradua-se posteriormente em Sociologia. Em 1975, após a independência do seu país, é nomeado Vice-Ministro da Educação no governo de Agostinho Neto. Em 1997 ganha o Prémio Camões pelo conjunto da sua obra e, em 2002, é galardoado com a Ordem de Rio Branco, Brasil. Actualmente, é professor de Sociologia na Faculdade de Arquitectura de Luanda, cidade onde reside.
Rita Chaves é Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo, Brasil, e Professora e coordenadora de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na mesma instituição, é também investigadora associada do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. É, igualmente, uma conhecida crítica literária no seu país.


Sobre o Prémio Leya
Com características únicas pela sua especificidade e valor - 100 mil Euros -, o Prémio Leya foi criado em 2008 no sentido de distinguir um romance inédito escrito em português. Até hoje foram distinguidas com o Prémio LeYa as obras O Rastro do Jaguar,  do jornalista brasileiro Murilo Carvalho, em 2008, O Olho de Hertzog, do escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho, em 2009, e, em 2011, O teu rosto será o último, de João Ricardo Pedro, o primeiro autor português a vencer o prémio. Na edição de 2010 o júri decidiu, por unanimidade, não atribuir o Prémio LeYa.

[Passatempo]Mega Cabaz de Natal

Olá a todos! 
Chegou uma época muito especial para todos e que tanta alegria sempre nos trás. Para a assinalar iremos ter um passatempo muito especial, quer dizer, desta vez irá ser um pouco diferente. 

O blogue aliou-se a alguns dos seus parceiros (Alfarroba, Chiado Editora, Publicações Europa-América, Editorial Presença, Marcador, Planeta, Quinta Essência e Saída de Emergência) para premiar um único seguidor deste nosso cantinho. Esse feliz contemplado não irá ganhar um, nem dois…mas sim oito fantásticos livros.

Passando à explicação, não haverá perguntas acerca do premio, apenas têm de preencher o formulário a baixo com os vossos dados para ficarem habilitados a ganhar este premio fabuloso.

Vamos lá então mostrar qual o fabuloso prémio:
(Caso queiram ler as sinopse, cliquem nas imagens)












O passatempo irá decorrer até ao dia 31 de Dezembro, às 23:59h.

As regras gerais do passatempo são as que já estão habituados:

1 – Ser seguidor público do blogue, para isso basta subscrever na coluna do lado esquerdo.

2 – Residir em Portugal.

3 – Apenas poderá efectuar uma participação por Nome e Morada.

4 – Todos os campos são de preenchimento obrigatório, com excepção do último que se destina a opiniões ou sugestões vossas para o blogue.

5 – O sorteio será realizado de forma aleatória no já vosso conhecido Random.org


Muito boa sorte a todos e um santo natal para todos.

Nota: O blogue e os seus parceiros não se responsabilizam por possíveis extravios dos CTT.