[Lua de Papel]Opinião "As Cinquenta Sombras Livre",de E L James


E L James




















Sinopse: Quando a jovem e inocente Anastasia Steele encontrou pela primeira vez o impetuoso e fascinante milionário Christian Grey, começou entre eles um affair sensual que lhes mudou a vida para sempre. Assustada e intrigada pelas singulares inclinações eróticas de Grey, Anastasia exige um compromisso total na relação. Com medo de a perder, ele aceita.
Agora Anastasia e Grey têm finalmente tudo o que desejavam - o amor, a paixão, a intimidade, uma riqueza incalculável - e todo um mundo de possibilidades à sua espera. Mas ela sabe que amá-lo não será fácil, e que estarem juntos vai implicar ultrapassar barreiras que nenhum deles poderia prever. Anastasia vai ter de aprender a partilhar o estilo de vida de Grey sem sacrificar a sua identidade. E ele terá de aprender a superar o seu obsessivo impulso de tudo controlar, enquanto se debate com os demónios do seu terrível passado.
E quando tudo parece estar conjugado para que ambos consigam finalmente ultrapassar os maiores obstáculos, o destino conspira para tornar dolorosamente reais os maiores medos de Anastasia.


Opinião: Finalmente termina a trilogia mais mediática do momento. É com algum pesar que termino a leitura deste livro, confesso que durante este tempo acabei por vasculhar toda internet acerca de todo o tipo de conteúdos da trilogia. Chorei, sorri, zanguei-me, perdoei, senti tudo aquilo que as personagens sentiam. Agora, no final, posso dizer sem sombra para duvidas que apesar de não ser nenhuma obra-prima, de ter tantos erros a nível de escrita, estes livros foram bastante marcantes para mim e também um pouco para a sociedade em geral. E L James acabou por marcar uma viragem na mentalidade de algumas pessoas e, mesmo aquelas que não gostaram da trilogia, acabaram por até de uma forma curiosa iniciar a leitura de outros livros dentro do mesmo género literário. Outra curiosidade, com esta trilogia foram batidos records de lançamento, sendo que o primeiro livro foi lançado em Julho, o segundo foi em Outubro e este último em Novembro, ou seja em apenas cinco meses tivemos lançados no nosso país estes três livros. E apesar de algumas críticas, na minha opinião geral foi uma tradução bem conseguida. Claro que há sempre algo que se perde nas traduções, expressões puramente inglesas que são totalmente impossíveis de transcrever para o português, mas mesmo assim o resultado final acabou por ser satisfatório.
Quanto à minha opinião deste livro em particular, gostei bastante desta leitura, apesar de confessar que o inicio me desmotivou bastante. As cenas tinham a ver com a lua-de-mel de Christian e Ana, por isso não ia acontecendo nada de especial, sendo apenas episódios normais da vida do casal recém-casado (ou seja, sexo e mais sexo e mais sexo!). Foi a partir do momento em que voltaram a Seattle que tudo começou a ganhar outro folgo, a conhecermos mais um pouco do passado de Christian, a vermos uma pequena e lenta transformação na sua personalidade e a preenchermos alguma lacunas sobre alguns mistérios inseridos no volume anterior… Gostei também da inserção do Clube das Submissas, achei engraçada a forma como a autora colocou um pouco de humor relacionado com o assunto e claro que não podia deixar de mencionar na forma doce como tudo terminou. A história não foi terminada de uma forma forçada e, apesar das suas 624 páginas foi um livro que tal como os anteriores se leram com alguma facilidade, sendo que a sua linguagem continuou a ser bastante simples e acessível para o leitor. Mas tenho que confessar que me apaixonei pelos pequenos capítulos inseridos no final livro, o primeiro em que ficamos a conhecer o primeiro natal que Christian passou com a família Grey e o segundo em que podemos conhecer o ponto de vista do Christian no momento em que conheceu a Ana. Foi fantástico poder ler mais um pouco acerca de Christian, agora só nos resta esperar pelo filme e esperar que esteja fiel aos livros.
Quero também agradecer à Lua de Papel pela rapidez com que trouxe esta trilogia até nós e também por se ter mantido fiel às capas originais.

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