Do Fundo Do Coração

Nora Roberts



















No início da sua carreira, Nora Roberts escreveu três histórias inspiradoras que a tornaram conhecida como uma das vozes mais românticas da actualidade. 
Nesta colectânea apresentamos:

 Uma Última Noite, a história de Kasey, uma antropóloga que conhece Jordan, um escritor a fazer pesquisa para o seu próximo romance. Kasey e Jordan terão que lidar não só com os sentimentos que nutrem um pelo outro, mas com a sobrinha de Jordan, uma órfã solitária. 

Em Uma Questão de Escolha, o polícia James Sladerman tem a missão de investigar a loja de antiguidades de Jessica Winslow, onde existe a suspeita de roubo e tráfico de objectos de grande valor. O que Sladerman não esperava era sentir uma atracção cada vez mais forte pela mulher que tem de proteger a todo o custo. 

Em Fins e Recomeços, Liv é uma jornalista de Washington que trabalha para o jornal local enquanto Thorpe é repórter num dos maiores diários nacionais. O trabalho que partilham torna apenas mais forte a química entre ambos, mas Liv já foi magoada no passado e não deseja voltar a render-se a nenhum homem. O que ela não descobriu ainda é que Thorpe não aceitará um não como resposta. 


Críticas de Imprensa
"As suas histórias despertam os sonhos de milhões de leitores."
Entertainment Weekly

"O grande dom de Nora Roberts é a sua habilidade em arrebatar o leitor para a vida das suas personagens... vivemos, amamos, sofremos e triunfamos com elas."
Randezvous

"Nora Roberts é uma artista da palavra. Pinta a sua história e as suas personagens com vitalidade e realismo."
Los Angeles Daily New

O Jardim dos Segredos

Kate Morton



















A Vida seria mais fácil se fosse como nos contos de fadas...

Uma criança perdida. Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial uma criança é encontrada só, num barco que se dirigia à Austrália. Uma mulher misteriosa que prometera tomar conta dela tinha desaparecido sem deixar rasto.

Um terrível segredo. No seu 21.º aniversário, Nell Andrews descobre algo que mudará a sua vida para sempre. Décadas depois, embarca em busca da verdade, numa demanda que a conduz até à costa da Cornualha e à bela e misteriosa Mansão Blackhurst, em tempos propriedade da aristocrática família Mountrachet. 

Uma herança misteriosa. Com o falecimento de Nell, a neta, Cassandra, depara-se com uma herança surpreendente. A Casa da Falésia e o seu jardim abandonado são famosos nas redondezas pelos segredos que ocultam - segredos sobre a família Mountrachet e a sua governanta, Eliza Makepeace, uma escritora de obscuros contos de fadas. É aqui que Cassandra irá por fim desvelar a verdade sobre a família e resolver o mistério de uma pequena criança perdida. 

Estou tão perto, sei disso. É o meu passado, quem sou,
e estou prestes a descobrir.

Namora uma rapariga que lê...


“Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.
Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.
Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.
Oferece-lhe outra chávena de café com leite.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido oUlisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.
Ela tem de arriscar, de alguma maneira.
Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.
Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.
Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.
Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.
Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.
Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.
Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.
Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve.”

(Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow. Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril.)

A Herança de Stonehenge

Sam Christer


















Os thrillers de conspiração já focaram Da Vinci, a Atlântida e as Pirâmides, mas nunca o Stonehenge. Até agora. 
Oito dias antes do solstício de verão, um homem é esquartejado num terrível sacrifício no local antigo de Stonehenge perante uma congregação de adoradores com trajes cerimoniais. Em poucas horas, um dos mais famosos caçadores de tesouros do mundo suicida-se na sua mansão no campo. E deixa uma carta indecifrável ao seu filho, o jovem arqueólogo Gideon Chase...
Juntando-se à intrépida mulher polícia de Wiltshire, Gideon rapidamente desmascara uma sociedade secreta – uma legião antiga e internacional devota ao Stonehenge durante centenas de anos. Com um novo e carismático líder para a conduzir, este culto encontra-se no momento envolvido em rituais com sacrifícios humanos numa tentativa horripilante de desvendar o segredo das pedras. 
Repleto de códigos, simbologia, suspense impiedoso e detalhes fascinantes sobre a história de um dos mais misteriosos lugares do mundo, A Herança do Stonehenge é um thriller de enorme sucesso que rivaliza com o melhor de Dan Brown.

A Noiva Romanov

Robert Alexander



















À medida que e Rússia de Nicolau e de Alexandra se precipita para a catástrofe, A Noiva Romanov segue a vida de duas almas revolucionárias: a da grã-duquesa Isabel (ou Ella), irmã da czarina Alexandra, e a de Pavel, um simples camponês que ambiciona mais. A vida da grã-duquesa Isabel começa como um conto de fadas - nascida princesa na Alemanha, casa com o grão-duque Sergei da Rússia e entra na corte mais famosa e magnífica do mundo, a dos poderosos Romanov, onde se torna conhecida pela sua elegância, pelas suas jóias, pela sua beleza e pela sua bondade. O marido, contudo, não possui os mesmos atributos e governa Moscovo como governa a mulher, com um punho frio e duro. Para Pavel e a sua mulher, viver em Sampetersburgo significa partilharem uma cave sobre-lotada com outras famílias e mal se poderem dar ao luxo de comprarem pão. No entanto, estão cheios de optimismo, pois os seus avós tinham sido servos e este jovem casal é o primeiro a deixar o campo em busca de uma existência melhor. Porém, depois de um confronto explosivo entre manifestantes pacíficos e soldados do czar, as vidas de Ella e Pavel tomam rumos diferentes, mas o fogo da Rússia revolucionária acabará por ligar para sempre os seus destinos.

Filhas da Fortuna

Tara Hyland



















As filhas de William Melville são herdeiras de um dos mais importantes impérios da moda.
Mas por detrás da fachada de glamour, cada uma delas esconde um segredo que ameaça lançar a discórdia no seio familiar.

Elizabeth, a filha mais velha, é uma mulher ambiciosa, cuja beleza e inteligência despertam a atenção de todos, excepto da pessoa que mais lhe importa: o pai.
Delicada e doce, Caitlin, a filha ilegítima, esforça-se por singrar num mundo de privilégios, mantendo-se fiel aos seus princípios.
Caprichosa e rebelde, Amber parece ter uma tendência natural para se envolver em situações desastrosas, mas é muito mais frágil do que parece.

Por entre cidades tão fascinantes como Londres, Tóquio e Nova Iorque, as irmãs irão procurar o seu próprio caminho.
Mas à medida que velhas feridas reaparecem, ameaçando destruir os alicerces do império Melville, as suas vidas voltarão a cruzar-se.
Serão elas capazes de se unir e juntar forças em nome da família?

O Protector

Madeline Hunter







Anna de Leon é tudo o que Morvan quer.
Mas é ela quem comanda no campo de batalha... e está demasiado habituada a dominar para se subjugar à 
 paixão.








Numa terra sem lei, devastada pela guerra e pelas pragas, Morvan Fitzwaryn, um cavaleiro errante, faz jus à sua honra e protege os mais fracos.
Habituado a ser o melhor, o mais forte, o mais temido, não esperava vir a conhecer um guerreiro cujas qualidades de combate rivalizassem com as suas. Quando se encontram pela primeira vez, é Morvan quem precisa desesperadamente de ajuda. De espada na mão e porte altivo, o guerreiro a quem ficará a dever a vida é, surpresa das surpresas, uma mulher!
Em pouco tempo, a imbatível Anna de Leon torna-se no único prémio digno de ser conquistado... e o único que Morvan não consegue arrebatar.


O Guerreiro Highlander

Monica Mccarthy






Amá-lo ou odiá-lo, o que é mais perigoso?












Jamie Campbell, o implacável polícia do clã mais poderoso de Escócia, serve-se de todos os meios para acabar com a ilegalidade e a agitação entre os clãs das Terras Altas, sempre em disputa.
A sedução é usada como subterfúgio, mas quando Jamie se apresenta como pretendente à mão da filha do chefe de um clã rival, de modo a denunciar uma traição, a fronteira entre o dever e o prazer fica de súbito esbatida. Caitrina Lamont, uma jovem de cabelos negros e lábios cor de rubi, desafia-o, renega-o e excita-o como nenhuma outra mulher.
Caitrina não tenciona trocar o pai e os irmãos por um marido, ainda por cima um dos odiados Campbell, mas a força rude e sensual de Jamie, e um beijo escaldante, ameaçam estilhaçar- -lhe a resistência. Quando o seu mundo idílico se desfaz, a única esperança de salvar o seu clã reside nos braços de Jamie Campbell, o inimigo que ela responsabiliza pela sua ruína. Conseguirão as tréguas precárias, nascidas na escuridão aveludada das suas noites de paixão, forjar um amor tão forte quanto a espada que governa as Terras Altas?