CONVITE - Lançamento de «GOA ANTIGA E MODERNA», org. Dr. Adalberto Alves‏


Convite 


A Ésquilo, edições e multimédia e o Museu da Cidade têm o prazer de convidar V. Ex.ª para assistir ao lançamento do livro «Goa Antiga e Moderna» da autoria de Frederico Diniz D’Ayalla, que terá lugar no Museu da Cidade – Pavilhão Preto, Campo Grande, nº 245, em Lisboa, quarta-feira, 19 de Outubro, às 19h30.

A apresentação da obra estará a cargo da Dra. Maria José Vidigal, escritora e pedopsiquiatra, de famílias luso-descendentes de Goa.
Durante a sessão será apresentado um espectáculo de Danças Tradicionais Goesas pelo Grupo EKVAT.
O Dr. Adalberto Alves, responsável pela revisão e organização crítica da obra, encerrará a sessão, seguindo-se um beberete com especialidades goesas.
Muito nos honrará a vossa presença no lançamento deste livro, que marca a revalorização de um estudo do século XIX sobre a intensa relação Goa – Lisboa, ao longo do tempo.







Título:  Goa Antiga e Moderna
Autor: Frederico Diniz D'Ayalla
Formato: 16×23 cm.
Nº de páginas: 280
Preço: 18,90 €









 “Ao percorrermos hoje o território de Goa, e ao avistarmos, por entre a verde exuberância da natureza, aquela infinidade inacreditável de igrejas, capelas e conventos, admiramos a sua beleza ameaçadora que, no entanto, é Património da Humanidade.”
Adalberto Alves
Poeta e Orientalista, Prémio Sarjah da UNESCO

A presente obra é, sem dúvida, um marco incontornável da historiografia sobre Goa, pela pena de um dos seus mais ilustres filhos, o escritor luso-descendente Frederico Diniz D’Ayalla.
Trabalho notável em variados domínios, e representativo do pensamento de grandes figuras de finais do século XIX, ele contêm não apenas preciosas observações de carácter antropológico e de geografia física, mas também narrativas apaixonadas dos sucessos históricos e políticos do território, ao longo dos séculos.
Obra por certo polémica é, no entanto, ainda hoje, em muitos aspectos, uma preciosa visão do longo e conturbado trajecto da presença portuguesa na Índia.



“Que fim me proporia escrevendo tais obras?
Um único: achar o verdadeiro e perpetuar-lhe a vida.”

Frederico Diniz D'Ayalla

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