Até Que Ele Nos Separe

Emily Giffin























Rachel White sempre foi o protótipo da «menina certinha», que fazia o que se esperava dela e se sacrificava em prol dos outros. Só que, prestes a completar trinta anos, nada lhe corre como planeara. Onde está o emprego de sonho, o marido dedicado e os filhos adoráveis com que sempre se imaginou? Quando a sua melhor amiga Darcy, uma mulher radiosa e exuberante que obtém sempre tudo o que quer, lhe prepara uma festa de aniversário, mal sabem elas que a situação está em vias de se inverter. Depois de alguns copos a mais, Rachel acorda no dia seguinte ao lado do noivo de Darcy. O mais correcto seria esquecer o que aconteceu e seguir em frente, mas, à medida que a data do casamento se aproxima, Rachel descobre que as coisas não são assim tão simples, e em breve terá de escolher entre abrir mão da felicidade ou da sua amizade mais antiga. 
Um romance que lança um olhar pleno de lucidez e de sensibilidade sobre as nuances que existem no amor, na amizade e na traição. 


Críticas de Imprensa
«Que tipo de “menina certinha” é que dorme com o noivo da melhor amiga? Só uma rapariga cheia de defeitos, como a heroína deste delicioso romance de estreia, mas surpreendemente cativante e real.»
Glamour

«Este romance de estreia de Giffin destaca-se verdadeiramente. Trata, da mesma forma, o sentido e valor da amizade e do amor, e corre alguns riscos que acabam por compensar.»
Bookilst

«Até que Ele Nos Separe é hilariante e está escrito com grande mestria, resistindo à tendência que muitos romancistas estreantes têm de caracterizar as suas personagens e as situações narradas a preto e branco.»
Seatle Times

«Giffin explora a complexa e tumultuosa relação de Rachel e Darcy, amigas desde a escola primária, durante os cinco meses que decorrem entre o noivado de Darcy e o dia do seu casamento. Uma leitura empolgante.»
Washington Post

«Até que Ele Nos Separe é um romance inteligente e realista. As personagens são autênticas. E o melhor de tudo é que capta a essência do que é ter 30 anos e ser solteira na cidade, quando a nossa vida gira em torno das amizades, do amor e das complicações que lhes são inerentes.»
San Francisco Chronicle

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